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18 de janeiro de 2013

EUA: brasileiro é indicado a prêmio de melhor professor


Com informações do Terra.com.br
Um brasileiro foi indicado para o prêmio de melhor professor dos Estados Unidos. Em 2012, Alexandre Lopes já havia ganhado a premiação de melhor professor da Flórida. Nesta quinta-feira, um conselho de educação americano anunciou os quatro finalistas da premiação nacional - com Lopes entre eles. O vencedor será anunciado em abril e o prêmio será entregue pelo presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca.
Durante as fases anteriores, cada Estado escolheu seu participante na competição. Então o conselho entrevistou os professores pessoalmente e decidiu quais seriam os finalistas. Lopes é formado em produção editorial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em educação pela Universidade de Miami. Atualmente, busca o doutorado na Universidade Internacional da Flórida, Estado no qual leciona.
Lopes dá aulas no pré-primário e lidera um projeto chamado "Learning Experience: Alternative Program" (A Experiência de Aprender - Programa Alternativo, em tradução livre), conhecido como Leap. Em seu método, ele utiliza danças e músicas para se comunicar com as crianças. Grande parte de seus alunos é autista ou não consegue falar.
O portal de notícias Terra entrevistou o professor e você pode conferir o bate-papo clicando aqui.

4 de outubro de 2012

Professor do Ensino Fundamental no Brasil é um dos mais mal pagos no mundo

Em São Paulo, por exemplo, educador recebe 10% do valor que é pago na Suíça

Professores brasileiros em escolas de Ensino Fundamental têm um dos piores salários de sua categoria em todo o mundo e recebem uma renda abaixo do Produto Interno Bruto (PIB) per capita nacional. É o que mostram levantamentos realizados por economistas, por agências da ONU, Banco Mundial e Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Prestes a comemorar o Dia Internacional do Professor, na sexta-feira, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançou um alerta, apontando que a profissão em vários países emergentes está sob "forte ameaça" diante dos salários baixos. Em um estudo realizado pelo banco UBS em 2011, economistas constataram que um professor do Ensino Fundamental em São Paulo ganha, em média, US$ 10,6 mil por ano.

O valor é apenas 10% do que ganha um professor nesta mesma fase na Suíça, onde o salário médio dessa categoria em Zurique seria de US$ 104,6 mil por ano. Em uma lista de 73 cidades, apenas 17 registraram salários inferiores aos de São Paulo, entre elas Nairobi, Lima, Mumbai e Cairo.

14 de setembro de 2012

Universidade de Bangcoc: redefinindo o ambiente educacional

Fonte: Marina Wentzel, BBC Brasil

Uma escadaria no formato de urso panda, uma mesa de bilhar com obstáculos e um sofá modular que vira uma cama gigante. Esses são alguns dos objetos que fazem parte do salão da imaginação (imagine lounge) montado pela Universidade de Bangcoc para estimular a criatividade dos estudantes.
A área, que entrou em uso em agosto, é uma iniciativa pioneira nas universidades do país e deverá ser utilizada por mil alunos a cada dia. A decoração de cores fortes e traços ousados custou cerca de 20 milhões de bahts, a moeda local (aproximadamente R$ 1,2 milhão).
"O que queremos é dispor de um espaço multidisciplinar e multidimensional para estimular a mente. Com isso, estamos preparando nossos alunos para a sociedade criativa de hoje em dia", disse à BBC Brasil Petch Osathanugrah, diretor executivo e milionário herdeiro da instituição.
O lounge é uma área de estudos e diversão que estará aberta a todos os cerca de 20 mil alunos da universidade, mediante o pagamento de uma taxa de manutenção. O centro criativo será palco de atividades, workshops e debates entre estudantes, profissionais e professores.


Diversão para gerar criatividade

Além de contar com uma biblioteca de gibis e livros de arte, o espaço também oferece opções de lazer como uma minidiscoteca, uma área para concertos de bandas de garagem e até um cantinho para a prática de lutas marciais.
"Nesse projeto redefinimos o que se espera de uma instalação educacional", avalia Pitupong Chaowakul, arquiteto do escritório Supermachine, responsável pelo design. Avaliando o resultado, fica claro que "a universidade leva a diversão muito à sério", diz.
No térreo ficam os livros, o café e a área de leitura que se conectam ao mezanino por uma escada em formato de urso panda ou uma barra de escorregar, como aquelas utilizadas pelos bombeiros. No mezanino há, entre outras coisas, uma sala toda em rosa-choque dedicada à dança, com globo de espelhos e barra de pole dance.
"Por que não fazer uma pausa na leitura, ir dançar na barra de pole dance por uns cinco minutos e depois voltar? É saudável!", brinca Chaowakul. "Não queremos nada comum e chato. Para a criatividade crescer e florescer é preciso um ambiente propício" conclui Osathanugrah.
O salão da criatividade estará aberto à visitação pública em horário comercial e se localiza no prédio principal do campus de Rangsit, ao norte de Bangcoc. O prédio é uma criação em forma de diamante, vencedora de diversos prêmios de arquitetura na Ásia e destino obrigatório de pessoas interessadas em design.

Veja fotos da "Sala da Imaginação":

 
Quem não gostaria de estudar na Universidade de Bangcoc?

13 de setembro de 2012

Criados à imagem e semelhança



"Em lugar de comunicar-se, o educador faz “comunicados” e depósitos que os educandos, meras incidências, recebem pacientemente, memorizam e repetem. Eis aí a concepção “bancária” da educação, em que a única margem de ação que se oferece aos educandos é a de receberem os depósitos, guardá-los e arquivá-los". (FREIRE, 2004, p. 58).

12 de setembro de 2012

As competências para o século XXI


As tecnologias estão cada vez mais presentes em sala de aula, o professor tem que se preocupar em preparar o aluno para ser atuante em mundo em transformação e ajudá-lo a desenvolver as tão faladas competências específicas para o século 21, certo? Tudo certo, exceto pelo fato que ninguém sabe exatamente que competências são essas – o que é bem desesperador para pais, professores e gestores públicos, que não têm o embasamento necessário para definir o que podem oferecer para que suas crianças e jovens tenham acesso à melhor formação possível.
Intrigado com essa questão, um grupo de fundações pediu que o National Research Council, uma organização norte-americana que faz pesquisas sobre temas importantes da sociedade para ajudar governos a desenharem políticas públicas, reunisse especialistas para definir quais são essas competências. Durante um ano, um comitê formado por educadores, psicólogos e economistas fez pesquisas sobre o que se espera que os estudantes alcancem nos seus ciclos escolares, nos seus futuros trabalhos e em outros aspectos da vida. O resultado, publicado no fim de julho no livro digital “Educação para a Vida e para o Trabalho: Desenvolvendo Transferência de Conhecimento e Habilidades do Século 21“, tenta dar nomes aos bois e ajudar professores e gestores públicos a prepararem os estudantes para o século 21. O download é gratuito.
 De acordo com o estudo, o aprendizado que tanto se procura está relacionado à capacidade de aplicar o que se aprendeu em situações novas, o que os estudiosos chamaram de “transferência de conhecimento”. Isso significa, exemplificam os autores, que não basta que o aluno aprenda os conceitos matemáticos de média, moda e mediana, mas que ele precisa conseguir usar o que aprendeu na sua vida. Essa habilidade de transferir o que se sabe, que pode ser em circunstâncias da vida real ou dividir conhecimento com outras pessoas, ajuda os estudantes a desenvolverem as competências para o século 21.
Tais competências foram divididas em três grandes domínios. O primeiro deles é o cognitivo, que é aquele que envolve estratégias e processos de aprendizado, criatividade, memória, pensamento crítico; é o que está mais relacionado à aprendizagem mais tradicional. Segundo os autores, essa é a dimensão em que se tem uma oferta mais farta de pesquisas e, por isso, há claras evidências de que o bom desempenho nessa área traz bons resultados posteriores na vida do aluno.
Os outros dois domínios, muito menos estudados, são o intrapessoal e o interpessoal. O intrapessoal, que tem relação com a capacidade de lidar com emoções e moldar comportamentos para atingir objetivos. Já ointerpessoal envolve a habilidade de expressar ideias, interpretar e responder aos estímulos de outras pessoas.
Os três domínios, no entanto, não são estanques. Existe uma interseção entre eles que envolve habilidades que podem estar em mais de um domínio, conforme imagem a seguir (clique para uma melhor visualização).

Crédito: "Educação para a Vida e para o Trabalho"
Apesar da falta de pesquisas que ajudem a embasar as conclusões, sobretudo nos campos inter e intrapessoais, os especialistas apontaram que características relacionadas à consciência crítica, como ser organizado, responsável e dedicado ao trabalho, trazem resultados desejáveis na educação. Por outro lado, o comportamento antissocial acarreta resultados.
Diante desse contexto, os pesquisadores alertaram para dois grandes desafios que deverão ser enfrentados. O primeiro deles diz respeito à falta de pesquisas, que atrapalha a criação de currículos e avaliações dos alunos. O segundo, que depende de novas abordagens no sistema educacional e políticas públicas específicas, é a oferta de capacitação de professores para que eles sejam capazes de criar ambientes favoráveis à troca de conhecimento.
Apesar de ainda serem necessários alguns estudos para pavimentar esse caminho, os pesquisadores dão seis dicas de atuação em sala de aula para que professores possam preparar aluno para o século 21 – que começou há 12 anos.

  1. Procure usar representações variadas, como diagramas, representações numéricas e matemáticas, simulações;
  2. Encoraje uma postura questionadora e proporcione momentos em que os alunos possam expor o que sabem;
  3. Incentive os alunos a participarem de desafios; neste processo, seja um facilitador, dê feedback e os faça compreender seus próprios processos de aprendizagem;
  4. Ensine dando exemplos, citando cases; use, por exemplo, modelos de passo a passo explicando cada etapa;
  5. Prime pela motivação dos alunos, escolhendo temas que se conectem com suas paixões; incentive-os a resolver problemas, preste atenção na evolução de seus conhecimentos, muito mais que em suas notas;
  6. Use avaliações formativas em que o aluno é monitorado continuamente.

3 de setembro de 2012

Ensinar é muito mais que passar conteúdo


Em entrevista ao Estado de S. Paulo, a neurocientista canadense Adele Diamond defende que não se deve concentrar esforços na formação conteudista, mas nas necessidades emocionais, sociais e físicas dos alunos na busca pela excelência acadêmica. A especialista sugere que a avaliação das crianças inclua o seguinte critério: “aventurou-se em águas desconhecidas, tentou uma abordagem nova e diferente, foi criativo”, independentemente do sucesso ou do fracasso em sua tentativa. A preocupação exagerada com o conteúdo afasta o novo, diz ela.

Leia mais em: Estado de São Paulo

2 de setembro de 2012

A Educação Proibida


Educação Proibida é um documentário que visa questionar a lógica da escola moderna e a forma como compreendemos a educação atualmente. Para tanto, torna visível diferentes experiências educacionais não convencionais e apresenta a necessidade de um novo paradigma educacional.
O documentário é um projeto que parte do ponto de vista dos alunos e embarca em uma investigação que abrange 8 países, entrevistando mais de 90 educadores sobre alternativas educacionais. O filme foi financiado coletivamente por co-produtores, mas permite e incentiva a cópia e a reprodução.
Educação Proibida pretende alimentar o debate em torno da educação e dos fundamentos que sustentam a escola, para que posa se promover o desenvolvimento de uma educação integral, centrada no amor, no respeito, na liberdade e na aprendizagem.
Trata-se de documentário obrigatório para todos que pretendem seguir a carreira de professor (seja universitário ou não) e, também, para aqueles que necessitam de um novo olhar sobre a educação.
Portanto, não perca tempo e assista ao documentário (disponibilizado completo e em HD).

Site oficial do documentário: educacionprohibida.com

Veja também:


Como se tornar um educador de sucesso

1 de setembro de 2012

28 de agosto de 2012

A educação precisa de respostas

1) Por que, mesmo sendo a 6ª economia do mundo, o Brasil ainda está no 88º lugar no ranking mundial da educação?
2) Por que 34,5% dos alunos do Ensino Médio não estão na série correspondente à sua idade?
3) Por que é importante os pais participarem da vida escolar dos seus filhos?
4) Por que apenas 2% dos estudantes querem seguir a carreira de professor?
5) Por que 89% dos estudantes chegam ao final do Ensino Médio sem aprender o esperado em matemática?
6) Por que a maioria dos alunos matriculados no último ano do Ensino Fundamental não aprende o mínimo considerado adequado?

A EDUCAÇÃO PRECISA DE RESPOSTAS. 
 Bela iniciativa do grupo RBS. Conheça o site do projeto clicando aqui.

27 de agosto de 2012

Lista das universidades mais bonitas do mundo

O melhor aprendizado exige as melhores condições. Bons e qualificados professores, bibliotecas atualizadas, laboratórios equipados, funcionários dignificados em seus labores e, dentre outras muitas condições importantes e necessárias, estrutura física planejada e, por que não, bonita. O portal Terra.com.br publicou uma lista com as 15 universidades mais bonitas do mundo. Vale a pena conhecer esses lugares e tomar o exemplo para o nosso país. Adianto que adicionei mais três universidades. Uma estadunidense e duas brasileiras.

Segue, abaixo, a lista com foto dos campus universitários:

Fonte: Terra.com.br



1 - Universidade de Aarhus, Dinamarca - Criada em 1931 por três arquitetos dinamarqueses, este campus de 30 acres localizado no litoral de Aarhus, se destaca por sua uniformidade. Os edifícios têm tamanhos diferentes, uns baixos e quadrados outros têm telhados inclinados e amplas janelas, mas todos possuem elementos em comum como o tijolinho amarelo e o mesmo tipo de telha. Seu terreno inclui um anfiteatro de grama escalonada e um parque com gramados verdes. Ela ainda possui jardins botânicos em uma grande estufa de vidro para abrigar plantas tropicais e outros ao ar livre, ligados entre si por passarelas.


 
2 - Universidade de Coimbra, Portugal - Um portão de ferro se abre para pátios de paralelepípedos nesta universidade, onde a arquitetura é um reflexo da longa história e arte diversificada de Portugal. A Capela de São Miguel, de 1517, por exemplo, incorpora milhares de tradicionais azulejos pintados à mão. Já a barroca Biblioteca Joanina, construída em 1717, tem estantes feitas de madeira brasileira extraída durante a colonização portuguesa. O arquiteto alemão-português João Frederico Ludovice fez a torre da universidade de estilo barroco em 1728, que possui uma escada em espiral de 115 metros que leva a uma vista espetacular da cidade.


 
 3 - Universidade McGill, Montreal, Canadá - Este campus tem 79 hectares com uma série de pavilhões que foram construídos ao longo de centenas de anos. A universidade traz em sua arquitetura raízes escocesas, já que foi fundada em 1821 pelo comerciante escocês James McGill. Muitos de seu prédios levam paredes de pedra e telhados de cobre. A Faculdade de Estudos Religiosos tem estilo gótico com vitrais e painéis de madeira impressionantes. A escola possui praças e jardins para o convício dos alunos.



4 - Universidade Tecnológica de Nanyang, de Singapura - Nesta escola de engenharia de topo, caminhos de palmeiras e árvores frutíferas ligam edifícios contemporâneos, como a Escola de Arte, Design e Mídia - um edifício de vidro de quatro andares com um pátio aberto, piscina, e com telhado coberto de grama que funciona como um espaço exterior comum. As salas de aula também são de ponta. Em vez de lousas, muitas salas possuem telas interativas. Aqui os alunos tem acesso à inovações de design e tecnologia.
 

23 de agosto de 2012

Breve linha do tempo da educação brasileira

 
Confrontar a história da educação no Brasil com a própria história do Brasil pode ser um exercício interessante e revelador, que muito contribui para a compreensão do momento atual da educação brasileira. Segue uma breve linha do tempo da educação brasileira:

1500 – “Descoberta” do Brasil.
1549 – Primeira escola.
1549 a 1759 – Educação jesuítica.
1759 – Reforma pombalina – Portugal – Marquês de Pombal – proibiu os jesuítas de lecionarem – apropriação da educação pelo estado (em Portugal os licenciados e bacharéis tomaram os cargos de professor – no brasil colônia, houve uma interrupção – não haviam profissionais qualificados).
1808 – Transferência da corte portuguesa para o Brasil.
1932 – Manifesto dos pioneiros da educação nova – Defesa da Educação Básica Pública e universal.
1935 – Universidade do Distrito Federal – só começou a funcionar alguns anos mais tarde. Atual UFRJ.
1936 – Universidade de S. Paulo – início na história da educação superior no Brasil (Europa, século XII). Modelo de universidade importado.
1972 – Reforma educacional – Jarbas Passarinho - Ditadura.
1996 – Reforma educacional – Lei n. 9.394/97 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

19 de agosto de 2012

Como se tornar um educador de sucesso

Como se tornar um educador de sucesso: dicas, conselhos, propostas e ideias para potencializar a aprendizagem - Simão de Miranda
Editora Vozes, 2011.
O livro, abrilhantado pelo prefácio de Celso Antunes, é composto de dicas, conselhos, propostas, lembretes, maneiras (ou como você quiser nomeá-las) e duas reflexões mais demoradas, que lhes ajudarão no seu projeto de ser um bom educador, esteja você iniciando sua carreira ou planejando sua aposentadoria! Livro bastante inspirador e de leitura fácil e prazerosa. 

Blog do professor Simão de Miranda: acesse clicando aqui.

17 de agosto de 2012

Palestra: assista ao vivo (com certificado)


Já, já, começa Palestra Ao Vivo com o Prof. Gabriel Chalita - Ética e relações interpessoais na educação - 19:30, pelo Facebook. Para assistir, clique aqui.

16 de agosto de 2012

USP é eleita a melhor universidade da América Latina



De acordo com o ranking anual elaborado pela Universidade de Comunicações de Xangai, a USP é a melhor universidade da América Latina. Os critérios da lista são trabalhos de pesquisa, produção acadêmica e científica: número de prêmios Nobel, de medalhas Fields (prêmio da área de Matemática) e de artigos publicados em periódicos como a revista Science, por exemplo.
Embora tenha se classificado como a melhor da América Latina, a USP está muito longe das primeiras posições, aparecendo apenas entre as 150 melhores universidades.
Entre as dez melhores, oito estão localizadas nos Estados Unidos, inclusive as três primeiras posições: Harvard, Stanford e MIT. As não norte-americanas são a Universidade de Cambridge (5ª colocada) e Universidade de Oxford (10ª).
Na lista ainda aparecem a Universidade Estadual de Campinas - Unicamp (entre as 300 melhores),  a Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e Universidade Estadual de São Paulo - Unesp (as três entre as 400 melhores) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (classificada entre as 500 melhores).

25% de concursos para docentes em federais de SP não têm aprovados

Fonte: Folha.com, Fábio Takahashi

A estabilidade do emprego e a remuneração para fazer pesquisa não têm sido suficientes para seduzir professores para as universidades federais em São Paulo. Levantamento feito pela Folha com base nos concursos para docentes em 2011 e neste ano mostra que 1 em cada 4 processos foram finalizados sem nenhum aprovado. Esses 59 concursos terminaram "vazios" por duas razões: ou não houve inscritos ou os candidatos não atingiram o patamar exigido em quesitos como prova escrita, análise de currículo e simulação de aula.
Faltaram aprovados para seleções de diversas áreas, como psicologia, engenharia, saúde, ensino e economia. Como comparação, a reportagem contabilizou na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) 1% de concursos "vazios" no período.
Os docentes da rede federal afirmam que a falta de atratividade é reflexo dos baixos salários e de uma carreira ruim. A categoria está em greve nacional há um mês e meio, com adesão de 95% das escolas, segundo a organização. O governo não tem balanço.
O salário inicial para um professor com doutorado, em dedicação exclusiva, é de R$ 7.627 na rede federal. Na USP, Unesp e Unicamp (todas estaduais), um docente em posto similar ganha R$ 1.100 a mais, além de ter dispositivos que aceleram os aumentos (como quinquênios).
Reitores das federais reconhecem que as condições a seus professores não são as ideais, mas dizem que os cursos ficam "vazios" devido à escassez de doutores no país.
O Ministério da Educação faz avaliação semelhante. A rede federal precisa contratar porque está em forte expansão no Estado. As matrículas praticamente dobraram entre 2007 e 2010. 

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15 de agosto de 2012

O abandono da educação



Abandono. É assim que os professores da Escola Estadual de Ensino Fundamental Alvarenga Peixoto, na Ilha dos Marinheiros, uma das regiões mais pobres de Porto Alegre (RS), classificam a situação do colégio que ficou na pior colocação entre as escolas da capital no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) divulgado terça-feira pelo Ministério da Educação (MEC). Com pouco mais de 700 alunos e desempenho de 3 pontos em uma escala que vai de zero a 10, a escola ficou abaixo da média nacional para as séries iniciais, que é de 5 pontos.

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Ensino médio no País está em crise

 
O desempenho das escolas de ensino médio no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado nesta terça-feira pelo Ministério da Educação (MEC), foi classificado pelo movimento Todos pela Educação como "uma verdadeira crise do modelo de ensino atual". Apesar de a média geral ter sido atingida, ficando em 3,7 pontos (em uma escala que vai até 10), o indicador caiu em relação a 2009 em 9 Estados: Acre, Pará, Maranhão, Paraíba, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.
"Temos uma crise por duas razões: primeiro porque esta etapa acaba recebendo o acúmulo das deficiências das etapas anteriores, ou seja, o aluno chega com muitas lacunas de aprendizagem. Em segundo lugar, ocorre um problema de estrutura. Temos um ensino médio com 14 disciplinas obrigatórias, não se consegue aprofundar em tema nenhum, a fragmentação é enorme", afirma a diretora-executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz.
Segundo ela, soma-se a esses fatores o desinteresse de boa parte dos estudantes nessa etapa e a falta de professores para todas as disciplinas, principalmente nas áreas de exatas. "Sabemos das dificuldades, mas termos um retrocesso em 9 Estados é simplesmente inadmissível". A diretora do Todos pela Educação defende ainda que a média nacional - de 3,7 pontos - também é preocupante já que representa um avanço de apenas 0,1 ponto em relação ao último levantamento, de 2009. "O retrocesso de uma edição para outra é um absurdo, mas também não deveríamos ter essa estagnação. Estar estagnado é regredir porque o nosso ensino é muito ruim, então, o mínimo esperado seria avançar".
Ela ainda cita o exemplo de Alagoas, único Estado do País em que o desempenho do Ideb de 2011 foi inferior ao registrado em 2005 para o ensino médio - de 3 naquela primeira avaliação, passou para 2,9 no ano passado. "Isso é um problema de gestão, porque recursos para investir todos os Estados têm. É muito fácil sentar e formular planos, mas na implementação das ações que a gestão aparece. E Alagoas não consegue implementar seus planos", critica.
O secretário de Educação e Esportes de Alagoas, Adriano Soares, não quis se pronunciar sobre os novos dados do Ideb. Sobre os problemas na pasta, Soares admitiu os números negativos e disse que a educação alagoana está sendo preparada "focando o futuro".

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Como discutir avanços para a Educação Superior se a educação de base continua parindo alunos deficientes?  


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Por que não se investe em educação no Brasil?

13 de agosto de 2012

O que aprendemos com a educação online?


Daphne Koller está incitando grandes universidades a disponibilizarem cursos online de graça - não apenas como um serviço, mas como uma forma de pesquisar como as pessoas aprendem. Para a pesquisadora, "nós devemos gastar menos tempo nas universidades "preenchendo" as mentes dos nossos alunos com conteúdos através de aulas expositivas, e mais tempo incentivando suas criatividades… simplesmente conversando com eles".

6 de agosto de 2012

Por que não se investe em Educação no Brasil?


Este vídeo é parte de uma apresentação preparada pela segunda turma de pós-graduação em Gestão Pública para Resultados da Universidade Estadual de Minas Gerais - UEMG.

2 de agosto de 2012

O que é se formar? Os porquês de uma Formação

Palestra ministrada pelo Prof. Dr. Potiguara Acácio Pereira, ao vivo, no dia 18 de maio de 2012 e realizada pela Pós-Graduação da Anhanguera.