Saiu, no Boletim de Orçamento e Finanças da Editora Governet, de outubro de 2012 - n° 90, o artigo A imunidade tributária objetiva do art. 150, VI, "d" da Constituição Federal aplicada aos e-readers, de minha autoria. Pra conhecer mais sobre os boletins da Editora Governet, acesse o site Governet.com.br.
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16 de novembro de 2012
3 de setembro de 2012
Justiça como metáfora do surgimento do universo
Justiça
como metáfora do surgimento do universo
– Regina
Rossetti,
Doutora em Filosofia pela USP com pós-doutoramento. Docente do
Programa de Mestrado em Comunicação da USCS.
Revista
Páginas de Filosofia: clique
aqui para entrar no site.
26 de agosto de 2012
Revista Direito e Práxis - UERJ
A Revista Direito e Práxis
é uma publicação acadêmica, vinculada à linha de pesquisa em Teoria e
Filosofia do Direito do Programa de Pós-Graduação em Direito da
Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Seu objetivo é a difusão de
pesquisas e experiências em direitos humanos que sejam formuladas em
bases interdisciplinares e críticas, bem como aquelas realizadas em
vivências de extensão popular, assessoria jurídica universitária e
atuação junto aos movimentos sociais. A Revista também publica trabalhos
teóricos situados nos campos da Teoria do Direito, Filosofia e
Sociologia.
Acesse a revista clicando aqui.
13 de agosto de 2012
12 de agosto de 2012
Apanhado de artigos sobre Educação Superior Jurídica IV
O ensino do direito na França - Michel Miaille e Fernando de Castro Fontainha
Resumo: O
presente artigo tem por objetivo analisar o ensino jurídico na
França. Nosso olhar é guiado por uma dupla perspectiva: a distinção
entre faculdades críticas e mundanas e a noção de crise, trazida
da ciência política. Após brevíssima introdução histórica,
demonstraremos como, nas duas metades do século XX, o ensino
jurídico se desenvolveu e produziu o que chamamos de modelo clássico
de ensino do direito. nosso foco, a partir dessa dupla perspectiva,
aponta para uma dinâmica em que grandes transformações sociais
causam significativo impacto na universidade francesa, e, em
contrapartida, para como o corpo de juristas, a fim de se manter na
posição dominante, consegue transmitir, através das crises, os
elementos que garantem essa dominação, calcados nas especificidades
da ciência jurídica. O conceito-chave para compreender esta
dinâmica e que ao fim produzirá o modelo clássico é o de herança,
também trazido da ciência política. Em conclusão, tentaremos
confrontar essa dinâmica com as questões que o ensino jurídico
francês enfrenta hoje - mormente relacionadas à perda de
centralidade da disciplina -, lançando o questionamento de como essa
nova crise será enfrentada pelas faculdades de direito.
Estágio de docência, prática jurídica e distribuição da justiça -
Denise Pires Fincato
Resumo: O
ensino jurídico em seu nascedouro: cursos de pós-graduação em
direito, berçários docentes. Parte-se do pressuposto de que nas
disciplinas de prática jurídica (principalmente as de campo:
estágios curriculares obrigatórios) o docente deve ter maior
identidade com a realidade social, já que seu objeto de ensino é o
substrato social, complexo, eivado de problemas e carências. nesse
sentido, verificam-se fragilidades nos estágios de docência,
normalmente ocupados por disciplinas pertencentes aos demais eixos
formativos. Utilizam-se na pesquisa os métodos indutivo, tipológico
e de interpretação sociológica e técnicas de pesquisa
bibliográfico-documentais. das reflexões, a certeza de que os
programas podem formar dois tipos de docentes: acomodados ou
transformadores, tudo dependendo da estratégia pedagógica
(metodologia de ensino) que empregarem. A compreensão e posterior
distribuição da justiça têm seu lugar de ensaio na realidade
sócio-jurídica, fato pelo qual necessária é a atenção dos
programas de pós-graduação ao estagio de docência em disciplinas
de prática jurídica.
O Bacharel em Direito e o exercício da docência universitária -
Pedro João Alves da Silva Filho e Magda Ivonete Montagnini
Resumo:
Este artigo objetiva apresentar quais são as características do
bacharel em Direito no exercício da docência universitária.
Partiu-se da concepção de aula como uma atividade de ensino que vai
à direção contrária do transmitir um acúmulo de conhecimentos
que será objeto de avaliação nas inúmeras oportunidades que são
apresentadas ao profissional do Direito, tais como: exame de ordem,
concursos, o ilibado exercício da advocacia. Justifica-se o presente
estudo uma vez que o professor de Cursos de Direito não tem no
magistério seu único mister. Por outro lado, há nos cursos de
Direito uma não rara insatisfação no meio discente com a qualidade
das aulas ministradas, insatisfação esta expressada pelos mesmos
nas suas conversas informais. Observa-se nos quadros docentes das
diversas faculdades de Direito a heterogeneidade de profissões
daqueles que compõem o referido quadro. Como extrair de tal
heterogeneidade, homogeneidade de qualidade de ensino, de forma a
relacionar o bacharel em Direito com o exercício da docência
universitária? Considerou-se como referencial teórico básico:
Vasconcelos, 1996; Maseto, 1998; Pimenta, 2002; Ventorim, 2005;
Martins, 2006, Saraiva, 2007, Silva, 2008, entre outros. Para
desenvolver o estudo em questão utilizou-se da pesquisa de natureza
qualitativa e do tipo bibliográfica. A vontade de ser um professor
de Direito qualificado motiva esta empreitada, e seus resultados
transcenderá a esfera pessoal na medida em que a publicação do
presente estudo contribuirá com o meio acadêmico com relação à
pratica docente do professor de Cursos de Direito. Contribuirá
também com a sociedade que depende dos serviços prestados pelos
variados profissionais habilitados em Direito.
Mais artigos:
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7 de agosto de 2012
Os Desafios do Ensino de Direito
Fonte: Folhadirigida.com.br
Por Michelle Bento
Atualmente,
os cursos de Direito concentram o segundo maior número de matrículas
no ensino superior. São cerca de 650 mil alunos em todo o Brasil e a
estimativa é de que sejam formados, por ano, 100 mil bacharéis em
Direito. No entanto, esta expansão rápida é vista, por educadores,
como uma das causas da má qualidade do ensino na maior parte dos
cursos. O modelo vigente privilegia uma preparação técnica,
voltada para concursos públicos e a aprovação no Exame de Ordem da
OAB.
Esta
característica tem gerado repercussão entre especialistas da área,
que acreditam que a falta de uma formação reflexiva impeça que os
novos profissionais travem contato com desafios da sociedade.Entre os
principais problemas do ensino jurídico está a falta de
profissionalização da carreira docente. No geral, os professores
dos cursos de Direito acumulam outras funções além da docência, o
que causa uma limitação quanto à dedicação exclusiva, pouco
comum nos cursos, em especial, nos do setor privado. Para o
presidente da Associação Brasileira de Ensino de Direito (ABEDi),
Evandro Carvalho, a ausência de disponibilidade dos professores da
área para acompanhar o desenvolvimento dos alunos tem recaído,
inclusive, na pesquisa, cada vez mais desvalorizada devido esse
aspecto.
"Ser professor do ensino superior exige muito mais que simplesmente cumprir o horário em sala de aula. O professor precisa viver a dinâmica da universidade e responder às suas demandas. A docência carece também de profissionalização. O trabalho de pesquisa, que reflete diretamente no ensino e na prática jurídica, está cada vez mais desvalorizado. As nossas pesquisas em Direito estão desconectadas da realidade do mundo jurídico, do Brasil e do próprio ensino jurídico. Isso tem a ver também com a questão da identidade do professor, que muitas vezes se vê antes como um profissional de outras áreas do que propriamente um professor universitário", criticou.
Segundo Evandro, esta prática do multiprofissionalismo jurídico tem prejudicado, inclusive, os recém bacharéis, que encontram dificuldades no mercado de trabalho, principalmente no meio acadêmico. "O Brasil aceita que um magistrado, procurador ou promotor que recebe pelo Estado para trabalhar neste ofício, trabalhe também 40 horas em uma universidade federal. Ou seja, o Estado remunera duas vezes esse profissional. Este modelo impede postos de trabalho de bacharéis, mestrandos e doutorandos que podem querer seguir a carreira acadêmica. Se 1% dos 100 mil formados por ano quiser entrar nessa realidade do ensino e da pesquisa conectados com a prática jurídica, não vão encontrar trabalho", comentou.
Para o diretor da ABEDi, Alexandre Veroneni, esta falta de comprometimento dos professores com as instituições de ensino e a desassistência aos alunos reflete também nos baixos índices de aprovação no Exame de Ordem (OAB), cuja aprovação é um desafio para os estudantes de Direito. Além do problema da docência, ele apontou a falta de pluralidade dos instrumentos de avaliação dos cursos e do conhecimento dos estudantes. "Precisamos relacionar uma maior busca pela titulação por parte dos professores com o crescimento da qualidade e dar fim ao papel do professor horista, que se restringe à sala de aula. Outro fator são os rankings. Hoje só temos o Exame de Ordem e o Enade, que não dão conta de detectar as diversidades que compõem o curso de Direito. Isto faz com que as universidades sigam todas um mesmo padrão para aprovar unicamente nestes exames, ignorando que se a universidade não obteve um bom resultado nestes indicadores, não quer dizer que ela não seja boa ou que não tenha qualidade. A profissão jurídica não é só a OAB, há outras áreas", afirmou.
Na última edição, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou apenas 25% do total de participantes. E os índices mostram que a situação é ainda pior no ensino particular. Em um levantamento feito recentemente sobre as universidades que mais se destacaram no exame, em âmbito nacional, todas as 20 melhores eram públicas. No Rio, apesar do resultado de aprovação seguir a mesma linha, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi a única particular a conquistar um lugar no ranking das 20 melhores. Ela não só ficou entra as primeiras instituições, com 74,36% de aprovados, como liderou a lista, ficando à frente de instituições tradicionais como a Uerj, UniRio, UFRJ e UFF.
Dificuldades para suprir carências da educação básica
Outro aspecto que tem colaborado para a precariedade do ensino de Direito no Brasil é a falta de bagagem com a qual os estudantes deixam o ensino básico. Como as condições oferecidas nas escolas de ensino fundamental e médio são restritas, principalmente no ensino público no qual há falta de professores e de infraestrutura, os jovens entram na universidade com uma forte carência nas ciências de base. As universidades se veem, então, desafiadas a suprir a ausência destes conteúdos, o que muitas vezes não é possível, já que as mesmas possuem um currículo a ser cumprido em função de exames como o Enade e o Exame de Ordem.
De acordo com Frederico de Almeida, professor da FGV, as universidades ainda têm feito muito pouco para nivelar os alunos. "A formação básica que o aluno traz quando entra na universidade é muito importante. Mesmo que o curso de Direito não use a Matemática aplicada, por exemplo, o raciocínio lógico que ela fornece é essencial. Uma coisa que pode ser feita pelas instituições e que devem fazer, inclusive, porque é avaliada pelo MEC, é de investir em estratégias de nivelamento, ou seja, o quanto a instituição faz para suprir a carência que o aluno trouxe", enfatizou.
Carreira jurídica em segundo plano
Para Solange de Moura, diretora nacional do Centro de Ciências Jurídicas da Estácio de Sá, é necessário ainda trabalhar a questão da vocação jurídica entre os alunos. Segundo ela, grande parte dos estudantes que procuram pelos cursos de Direito o fazem com a intenção de prestar provas em concursos públicos. Ao longo do curso, alguns acabam tendo contato com outras opções, mas a grande massa desconhece as alternativas de trabalho, o que os fazem assumir cargos muitas vezes incompatíveis com seu perfil profissional.
"Temos
ainda um grande desafio em relação ao trabalho. A maioria não tem
o objetivo de se tornar um profissional do Direito. O interesse maior
é somente pelos cargos públicos e em qualquer função. Não há um
estudo prévio das carreiras possíveis e nem mesmo os concursos
analisam se aquele aprovado é apto para executar determinada função.
Este grupo quer apenas integrar a elite dos quadros públicos. Mas acontece que não há cargo público para todos. Por isso, é tão importante despertar nestes jovens o gosto pela vocação, para que os bacharéis possam assumir seus postos no mercado de trabalho por amor e não em função de um cargo público", destacou.
Ela
também salientou que a melhor saída para a decadência da qualidade
do ensino jurídico seria investir mais no setor de pesquisa,
mostrando aos jovens que este também pode ser um mercado atrativo.
"Faltam docentes titulados e capacitados. Exemplo disso é que
existem regiões no país que não têm se quer um curso de doutorado
ou mestrado. Precisamos acelerar a formação de docentes, para que
possam se dedicar exclusivamente à docência, para que, desta
maneira, possamos formar melhor".
Estudantes apontam caminhos para melhorar a formação
A identificação dos estudantes com a universidade é um dos pontos cruciais para o processo de aprendizagem. No ensino de Direito ele é ainda mais significativo, pois o curso, assim como outros que têm raízes na área de Humanas, é fundamentado no debate.
Estudantes apontam caminhos para melhorar a formação
A identificação dos estudantes com a universidade é um dos pontos cruciais para o processo de aprendizagem. No ensino de Direito ele é ainda mais significativo, pois o curso, assim como outros que têm raízes na área de Humanas, é fundamentado no debate.
Para a aluna de Direito do 9º período Marília Monteiro, a interdisciplinaridade foi o que em sua análise mais importou até o momento em que está na sua formação. Desde o primeiro semestre, a jovem faz matérias de outras grades, o que fez com que ela desenvolvesse uma visão ampla sobre variados temas. "É importante ter uma visão global da profissão, pois isso nos dá outras perspectivas sobre temas que vão além do Direito. Muitas vezes os cursos de Direito erram ao não incentivar a comunicação com outras Ciências Humanas", explicou.
Já a estudante Giovanna Carloni, do 6º período, considera que o diálogo nas aulas é o fator decisivo para uma boa formação. Ela acredita que isso facilita o desenvolvimento da argumentação. "Não adianta formar um advogado que não sabe refletir sobre os diferentes pontos da profissão, independente da área em que ele vai atuar. É desta maneira que perdemos o medo de nos direcionar a outras pessoas, inclusive autoridades", ressaltou.
Há também quem ache que a prática é uma das fases mais importantes do curso. Walter Britto, aluno do 4º período, concilia as aulas com o estágio no Centro de Tecnologia e Sociedade da instituição em que estuda e já consegue enxergar os frutos dessa experiência. "Isso me faz ter contato com tudo o que acontece no mundo e que ao mesmo tempo tem relação com o Direito. São questões que possuem ligação direta com a profissão que um dia vou exercer. Por meio desse espaço pude ver como a tecnologia aplicada ao ensino facilita o aprendizado e ajuda a criar uma comunidade acadêmica interativa", destacou.
2 de agosto de 2012
Apanhado de artigos sobre Educação Superior Jurídica III
- A precariedade da metodologia no ensino jurídico superior – Ângela Regina Pavão
Nunes
- Ensino Superior do Direito, concursos e a monografia jurídica – Frederico Augusto
Barbosa da Silva e Roberto Freitas Filho
- O ensino jurídico brasileiro e propostas para a melhoria da qualidade do ensino –
Leonardo José de Pádua Rivas
Ensino Jurídico Nacional - ABMCJ
Excerto do documento da ABMCJ:
Dentro
desse quadro de problemas na área do ensino superior, volta-se a
preocupação maior aos cursos de Direito, com destaque para dois
pontos. O primeiro, em razão de serem eles a escola de onde saem os
juízes, os promotores, os consultores jurídicos, os procuradores,
os delegados e quase 60% (sessenta por cento) dos políticos.
Para o
bom desempenho desses cargos, não é suficiente o conhecimento
específico de seus integrantes. O comando da vida social do país
exige dos profissionais profundo e respeitoso aprimoramento em
cidadania, humanidade e sobretudo sensibilidade no trato com as
pessoas e as suas problemáticas.
1 de agosto de 2012
Apanhado de artigos sobre Educação Superior Jurídica II
- Uma análise do ensino jurídico no Brasil – Nathalie de Paula Carvalho
- Ensino jurídico e a realidade do curso de direito da Universidade Estadual da Paraíba –
Yve Almeida Leão e Luciana Augusto Barreto
- Da necessidade da introdução do ensino jurídico na educação básica – Cristina
Lazzari Souza
- A realidade do ensino jurídico no Brasil e suas perspectivas – Denise Cristine Borges
- Ensino jurídico e exame de ordem: história, dilemas e desafios – Rita de Cássia
Fagundes
30 de julho de 2012
Apanhado de artigos sobre Educação Superior Jurídica
- A crise do Ensino Jurídico: mitos e perspectivas – Anderson Orestes C. Lobato
Resumo: A
crise do ensino jurídico é facilmente identificada pelo alto número
de reprovações no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. A média
de 70% de reprovação no Estado do Rio Grande do Sul tem sido uma
constante e representa uma frágil formação jurídica obtida nos
cursos de Direito. O Conselho Federal da OAB publicou em 2001 um
retrato dos cursos jurídicos no Brasil, finalizando com uma lista de
cursos que recomenda. No Rio Grande do Sul, apenas quatro cursos
foram recomendados. Contudo, a carreira jurídica continua a
despertar vocações e a oferta de novos cursos continua crescendo.
Será preciso conciliar a grande procura pela carreira jurídica com
os padrões de qualidade do ensino do Direito.
- A docência de ensino superior no Direito: um caminho para a efetivação dos direitos fundamentais – Germano Schwartz
"Em
todo o semestre que se inicia costumo lançar uma pergunta a meus
alunos de graduação: qual o objetivo de vocês, no Direito, após a
conclusão do curso? A maioria esmagadora pende para os “concursos”.
Quando questionados qual, dizem: “qualquer um”. Grande parte
deles respondem baseados não no aspecto vocacional e sim na
recompensa (financeira) que terão com a aprovação. Nada mais
normal."
O
vice-diretor da graduação da FGV DIREITO RIO, Evandro Carvalho,
escreveu artigo para o Correio Braziliense sobre a importância do
cargo de professor universitário ser preenchido com base em
critérios exclusivamente acadêmicos. Na reportagem o professor
aponta pesquisas comprovando que o poder político, em detrimento do
saber jurídico, prevalece nos principais espaços acadêmicos
brasileiros e que a estrutura do Judiciário é fechada para o acesso
de certos grupos, contrariando princípios republicanos e
democráticos previstos na Constituição Federal.
"Há
urgente necessidade de implantação no ensino superior e
particularmente nos cursos de Direito de uma educação para a
compreensão no ato de ensinar, formando homens e mulheres cônscios
de seus deveres, do cumprimento da norma, mas plenos de
reflexividade, compreensão e, sobretudo, comprometimento com a
construção de uma nova forma de conhecer e interpretar o mundo a
sua volta."
- Técnicas pedagógicas para a docência nos cursos de bacharelado em Direito – Euclydes Guelssi Filho
"Ainda
hoje o professor de Direito emerge de outras atividades
profissionais, tomando o magistério superior como uma atividade
complementar ou secundária. Por isso é que a docência jurídica é
exercida, basicamente, por profissionais liberais que, de repente,
fizeram-se professores."
20 de julho de 2012
Leandro Dani: artigos online
- A imunidade tributária objetiva do art. 150, VI, ''d” da Constituição Federal aplicada aos e-readers - Leandro Dani e Joseana Reginatto Giacomini
Resumo: O presente trabalho busca analisar a imunidade tributária objetiva prevista no art. 150, inciso VI, alínea “d” da Constituição Federal de 1988 e a possibilidade de sua extensão para os e-readers (dispositivos eletrônicos de leitura de livros digitais). Este trabalho não tem a pretensão de esgotar o assunto, mas quer servir, ao menos, de introdução a essa querela proporcionada pela evolução tecnológica.
Palavras-Chave: Imunidade Tributária, Livro Eletrônico, E-reader
- A luta contra o aviltamento dos honorários advocatícios: um enfoque histórico, ético e regulamentar - Leandro Dani
Resumo: O presente trabalho busca compreender o aviltamento dos honorários
advocatícios sob o enfoque histórico, ético e regulamentar, sem, no
entanto, ter a pretensão de esgotar o assunto. Através de uma
aproximação contextual, busca-se conceber os honorários no Direito
clássico romano, bem como suas raízes etimológicas, para traçar o
panorama atual de tão importante questão. Ademais, ao trazer o debate
para o presente, o artigo aborda, dentre outros, os critérios de
fixação, sua natureza alimentar e alguns motivadores do aviltamento dos
honorários.
Palavras-chave: Honorários. Ética. Aviltamento.
- A responsabilização da mídia: Direito e deontologia - Leandro Dani
Resumo: O presente trabalho busca analisar a responsabilidade social dos meios de comunicação sob dois diferentes, porém complementares, pontos de vista: o legal e o moral. Discute, ainda, os limites da regulamentação por parte do Estado da liberdade de imprensa e quais os possíveis caminhos para evitar a censura e manter a qualidade do serviço prestado pelos meios de comunicação. Este trabalho não tem a pretensão de esgotar o assunto, pois trata-se de campo deveras amplo e ainda pouco explorado no Brasil, mas quer servir, ao menos, de introdução às querelas midiáticas que envolvem o direito e a deontologia em tempos de convergência tecnológica da comunicação.
Palavras-Chave: Comunicação Social, Ética, Liberdade
de Imprensa
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